Notícia
Adriana Arruda
- Publicado em
17-08-2026
09:00
UFSCar convida voluntários para pesquisa sobre dor no ombro
Uma pesquisa de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da UFSCar está recrutando voluntários com dor no ombro há pelo menos três meses, para aprofundar a compreensão sobre os aspectos biopsicossociais (saúde física e emocional, corpo, mente e ambiente onde a pessoa está inserida) relacionados a essa condição. O estudo é conduzido por Airlon Nery Ferreira, fisioterapeuta e doutorando no PPGFt, sob orientação de Paula Rezende Camargo, docente do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade, e visa entender como pessoas com dor crônica no ombro percebem e vivenciam essa dor, e quais fatores consideram relevantes no tratamento.
Neste momento, o recrutamento está concentrado nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste do Brasil. As coletas nas regiões Sudeste e Nordeste já foram finalizadas, após o alcance do número necessário de participantes.
A dor no ombro possui incidência média de 37,8 para cada 1000 pessoas por ano, com prevalência de 66,7% ao longo da vida, sendo a terceira disfunção musculoesquelética mais comum. Em metade dos casos, o tratamento da dor crônica no ombro não funciona a longo prazo. Isso mostra que, além de tratar o corpo, é essencial entender o paciente como um todo.
"Diante desse cenário, o estudo busca aprofundar o conhecimento sobre as percepções (ponto de vista) e experiências (vivência) de pessoas com dor crônica no ombro, a fim de elucidar os aspectos biopsicossociais considerados relevantes para o tratamento sob a perspectiva dessa população. Busca-se, também, compreender as características e contextos de pessoas de cada região do Brasil", situa Ferreira. Segundo ele, um dos objetivos é garantir que os achados do estudo tenham aplicabilidade prática, respeitando as realidades regionais dos participantes.
Podem participar pessoas com idade entre 18 e 65 anos, de qualquer localidade das regiões Norte, Sul e Centro-Oeste do Brasil, que sintam dor no ombro em repouso ou em movimento há pelo menos três meses. Não podem estar em tratamento fisioterapêutico atualmente, nem apresentar nenhum comprometimento na região do pescoço que reverbere no ombro e/ou doenças sistêmicas inflamatórias (como fibromialgia, lúpus e artrite reumatoide). Antes de ingressarem no estudo, os interessados passarão por uma triagem inicial para verificar os critérios de elegibilidade e receberão explicações detalhadas sobre o processo de participação.
Os voluntários receberão uma sessão educativa sobre dor e um material informativo para ajudar a compreender melhor a condição que vivenciam e formas de lidar com ela.
Para mais informações e inscrições, pessoas interessadas podem entrar em contato com Airlon Ferreira pelo WhatsApp ou por ligação telefônica, pelo número (16) 97604-1237, pelo e-mail airlonnery@estudante.ufscar.br, ou preencher o formulário de interesse, deixando os dados para contato inicial.
A pesquisa conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 83742524.4.0000.5504).
Neste momento, o recrutamento está concentrado nas regiões Norte, Sul e Centro-Oeste do Brasil. As coletas nas regiões Sudeste e Nordeste já foram finalizadas, após o alcance do número necessário de participantes.
A dor no ombro possui incidência média de 37,8 para cada 1000 pessoas por ano, com prevalência de 66,7% ao longo da vida, sendo a terceira disfunção musculoesquelética mais comum. Em metade dos casos, o tratamento da dor crônica no ombro não funciona a longo prazo. Isso mostra que, além de tratar o corpo, é essencial entender o paciente como um todo.
"Diante desse cenário, o estudo busca aprofundar o conhecimento sobre as percepções (ponto de vista) e experiências (vivência) de pessoas com dor crônica no ombro, a fim de elucidar os aspectos biopsicossociais considerados relevantes para o tratamento sob a perspectiva dessa população. Busca-se, também, compreender as características e contextos de pessoas de cada região do Brasil", situa Ferreira. Segundo ele, um dos objetivos é garantir que os achados do estudo tenham aplicabilidade prática, respeitando as realidades regionais dos participantes.
Podem participar pessoas com idade entre 18 e 65 anos, de qualquer localidade das regiões Norte, Sul e Centro-Oeste do Brasil, que sintam dor no ombro em repouso ou em movimento há pelo menos três meses. Não podem estar em tratamento fisioterapêutico atualmente, nem apresentar nenhum comprometimento na região do pescoço que reverbere no ombro e/ou doenças sistêmicas inflamatórias (como fibromialgia, lúpus e artrite reumatoide). Antes de ingressarem no estudo, os interessados passarão por uma triagem inicial para verificar os critérios de elegibilidade e receberão explicações detalhadas sobre o processo de participação.
Os voluntários receberão uma sessão educativa sobre dor e um material informativo para ajudar a compreender melhor a condição que vivenciam e formas de lidar com ela.
Para mais informações e inscrições, pessoas interessadas podem entrar em contato com Airlon Ferreira pelo WhatsApp ou por ligação telefônica, pelo número (16) 97604-1237, pelo e-mail airlonnery@estudante.ufscar.br, ou preencher o formulário de interesse, deixando os dados para contato inicial.
A pesquisa conta com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 83742524.4.0000.5504).